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Setor solar com BESS deve reduzir custos em 40% no Brasil

Ademais, Oliveira ressalta o retorno financeiro do setor: “A energia solar funciona como uma aplicação financeira de alta rentabilidade e baixo risco. Quando uma família deixa de pagar valores abusivos na conta de luz, esse capital remanescente é reinjetado diretamente na economia local por meio do consumo de bens e serviços”.

Mercado de energia solar com BESS ganha força no Brasil

A busca por autonomia e a redução contínua dos custos do armazenamento consolidam a tecnologia de baterias como ativo estratégico para os consumidores.

Por consequência, consumidores rurais, industriais e residenciais garantem proteção total contra os constantes aumentos tarifários. Em suma, as baterias solares ganham força e ampliam a eficiência no país ao transformarem a previsibilidade financeira e a segurança operacional do mercado produtivo.

Além disso, as projeções da McKinsey indicam que o Brasil alcançará um Custo Nivelado de Energia Firme de US$ 39/MWh até 2035, superando a competitividade de mercados centrais como o norte-americano. Dessa forma, a expansão do armazenamento integrado às usinas fotovoltaicas coloca o país na segunda posição global do setor, garantindo que as baterias solares ganhem força e ampliem a eficiência da matriz energética nacional nas próximas décadas.