Gestão de risco ganha força em operações internacionais
O aumento da complexidade nas operações internacionais tem levado empresas a revisar estratégias de mitigação de risco no comércio exterior em 2026. Mudanças regulatórias, oscilações cambiais, instabilidade geopolítica e gargalos logísticos passaram a influenciar diretamente custos, prazos e previsibilidade nas cadeias globais de suprimentos.
Dados da Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD) mostram que interrupções em corredores marítimos estratégicos e tensões geopolíticas seguem pressionando operações globais, elevando custos logísticos e ampliando a necessidade de planejamento preventivo nas cadeias internacionais.
A BWIN TECH Seguros avalia que a integração entre logística, tecnologia e proteção financeira passou a ocupar papel mais estratégico nas operações internacionais.
Para Anderson Lemos, CEO da BWIN TECH Seguros, a gestão preventiva ganhou protagonismo diante do cenário global mais volátil. "O mercado passou a priorizar análise de risco e monitoramento contínuo para reduzir impactos operacionais e financeiros em cadeias internacionais", afirma.
Segundo o executivo, ferramentas de rastreabilidade, inteligência de dados e integração operacional vêm influenciando diretamente a gestão de riscos logísticos. "A previsibilidade operacional depende cada vez mais da integração entre informação, logística e proteção financeira. Quanto maior a capacidade de antecipação, menor a exposição a perdas e interrupções", explica Anderson Lemos.
Dados da Organização Mundial do Comércio (WTO) indicam que o comércio global continua em transformação, com redistribuição de fluxos comerciais entre regiões e aumento da necessidade de adaptação operacional por parte de empresas que atuam internacionalmente.
