Notícias Corporativas

Feito pioneiro na medicina regenerativa: a terapia celular BEES-HAUS. O efeito parácrino e o enxerto celular atuam em conjunto na cura da estenose uretral. Os resultados da versão simplificada, BHES-HAUS, serão apresentados na AUA 2026

Médicos-cientistas indianos e japoneses relataram uma descoberta científica inovadora: o mecanismo de cicatrização bem-sucedida da estenose uretral com a terapia celular BEES-HAUS. Essa conquista marcante na medicina regenerativa proporciona segurança e eficácia clínicas e é a primeira do gênero a utilizar uma abordagem híbrida que mistura dois grupos de células epiteliais bucais autólogas:um cultivado em 2D e outro em 3D em arcabouço Festigel. No tratamento da estenose uretral, o efeito parácrino do fator de crescimento insulínico tipo 1 (IGF-1) produzido pelas células cultivadas em 2D e o enxerto das células cultivadas em 3D no Festigel, que cobrem a ferida da uretrotomia e, em conjunto, reparam o defeito urotelial, foram publicados na revista Frontiers in Urology. Essa conquista, embora modesta, é uma novidade mundial tanto em termos de engenharia de tecidos in vitro quanto de benefícios clínicos por meio da cicatrização in vivo, restaurando a integridade urotelial. Ela representa um grande avanço por seu potencial de proporcionar qualidade de vida sem a recorrência da estenose a pacientes com problemas de micção, segundo os pesquisadores.

Este comunicado de imprensa inclui multimédia. Veja o comunicado completo aqui: https://www.businesswire.com/news/home/20260506198409/pt/

Urethral stricture starts with narrowing of a short segment of urethral lumen. At early stages, it is managed by balloon dilatation or DVIU Urethrotomy.  The open urethrotomy wound after dilatation or DVIU has to heal from the edges of the wound, which may take a longer time. In BEES-HAUS cell therapy, the cell transplant having proven successful engraftment, covering the urethrotomy wound, yielding clinical safety and efficacy may be considered be included in the treatment guidelines after validation. Its simplified version, the BHES-HAUS (Buccal epithelium Hashed and Encapsulated in Scaffold—Hybrid Approach to Urethral Stricture) accomplished in one-go without need for cell culture in a lab, works on similar principles. After long term follow-up, BHES-HAUS minimally invasive approach may be worth combining with DVIU and balloon dilatation, as it may be able to provide longer duration of recurrence-free, good quality of life without need for intermittent self-catheterization.

Urethral stricture starts with narrowing of a short segment of urethral lumen. At early stages, it is managed by balloon dilatation or DVIU Urethrotomy. The open urethrotomy wound after dilatation or DVIU has to heal from the edges of the wound, which may take a longer time. In BEES-HAUS cell therapy, the cell transplant having proven successful engraftment, covering the urethrotomy wound, yielding clinical safety and efficacy may be considered be included in the treatment guidelines after validation. Its simplified version, the BHES-HAUS (Buccal epithelium Hashed and Encapsulated in Scaffold—Hybrid Approach to Urethral Stricture) accomplished in one-go without need for cell culture in a lab, works on similar principles. After long term follow-up, BHES-HAUS minimally invasive approach may be worth combining with DVIU and balloon dilatation, as it may be able to provide longer duration of recurrence-free, good quality of life without need for intermittent self-catheterization.

Já foram relatadas tecnologias de engenharia de tecidos para a criação de órgãos em laboratório, como a uretra. Entretanto, uma solução a longo prazo que evite a recorrência da estenose uretral masculina continua sendo um desafio. A dilatação com balão ou a uretrotomia DVIU expõe o tecido suburotelial à urina, o que desencadeia inflamação, causando esponjofibrose e recorrência da estenose. A cobertura da ferida da uretrotomia, para restaurar a integridade urotelial da uretra afetada pela estenose, atualmente realizada por plastia BMG com uma folha de tecido bucal autólogo, no procedimento BEES-HAUS é feita por meio de transplante celular para estenoses de segmento curto. O procedimento de transplante celular de etapa única ainda mais simplificado, o ‘BHES-HAUS’, que não requer cultura celular em laboratório e apresenta resultados encorajadores, foi aceito para uma apresentação interativa na reunião da Associação Americana de Urologia, AUA 2026.

Reação inflamatória da uretra provocada por cateterização, instrumentação ou infeção varia entre indivíduos e alguns desenvolvem estenose uretral. Para prever os riscos e desenvolver melhores estratégias de gestão, as seguintes pesquisas futuristas foram iniciadas:

  1. Sistema de pontuação baseado em inteligência artificial (IA),HAUS SCORE, para avaliar biomarcadores inflamatórios correlacionados com esponjiofibrose.

  2. Cateter BLIS-COAT, biocompatível e bioinerte, para pessoas propensas a estenose uretral.

O BEES-HAUS, tendo sido aprovado no Japão de acordo com a Lei sobre Segurança da Medicina Regenerativa, a GN Corporation e a Global Niche Corp., dos EUA, estão abertas a acordos de sublicenciamento e transferência de tecnologia do BHES-HAUS para aplicação clínica após a obtenção de aprovações em todas as partes do mundo.

O texto no idioma original deste anúncio é a versão oficial autorizada. As traduções são fornecidas apenas como uma facilidade e devem se referir ao texto no idioma original, que é a única versão do texto que tem efeito legal.

Contato:

Samuel JK Abraham

info@gncorporation.com

Fonte: BUSINESS WIRE