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Leapfone leva assinatura de smartphones ao B2B e reduz custos em até 2,5x

A Leapfone vive um novo momento. Fundada em 2021, a startup amplia sua atuação no mercado corporativo e estrutura uma estratégia voltada ao B2B que vai além da oferta de smartphones por assinatura. O movimento acompanha mudanças no ambiente empresarial, no qual mobilidade, eficiência operacional e controle de custos passaram a ocupar posição mais relevante na tomada de decisão.

Com uma base já consolidada no B2C, que reúne mais de cinco mil membros e uma lista de espera superior a 200 mil pessoas, a Leapfone leva para o universo corporativo o know-how acumulado em logística, tecnologia, experiência do usuário e gestão do ciclo de vida dos aparelhos. Em apenas um ano de operação estruturada no B2B, a empresa já atende mais de 50 companhias de diferentes setores, um indicativo de demanda por esse tipo de solução, especialmente entre organizações de maior porte.

O foco está em empresas com mais de 500 colaboradores. Nessas estruturas, o time de tecnologia precisa lidar com compras recorrentes, controle manual de inventário, reposições emergenciais, obsolescência rápida e riscos constantes de perda, roubo ou danos. "A proposta da Leapfone é assumir toda essa complexidade em um modelo único de assinatura que inclui aparelhos novos ou seminovos, seguros, acessórios, logística, reposição rápida e uma plataforma digital que centraliza contratos, dispositivos e relatórios", explica Stephanie Peart, diretora-geral da Leapfone.

O impacto é direto no caixa e na operação. "Ao substituir a compra tradicional por um modelo 100% operacional, as empresas preservam capital, ganham previsibilidade financeira e reduzem o custo total de propriedade, que pode ser até 2,5 vezes menor do que no modelo convencional", diz. Para companhias no regime de Lucro Real, há ainda o potencial benefício fiscal, já que a assinatura pode ser deduzida como despesa operacional. Além da redução de custos, o modelo altera a dinâmica da área de TI, que deixa de atuar na gestão de ativos para se dedicar a projetos estratégicos.

Esse avanço também dialoga com uma agenda cada vez mais presente nas grandes corporações, que é a da sustentabilidade. A Leapfone opera com logística circular, renovando aparelhos, ampliando sua vida útil e reduzindo o descarte prematuro de eletrônicos. O smartphone passa a integrar um ciclo planejado, com atualização periódica e reaproveitamento dos aparelhos, dentro de um modelo de gestão que também considera aspectos ambientais e operacionais.

Hoje, o Brasil já conta com cerca de 502 milhões de dispositivos digitais em uso, o equivalente a 2,4 equipamentos por habitante, segundo a pesquisa anual do FGVcia. Desse total, são aproximadamente 272 milhões de smartphones ativos, o que significa mais de um celular por pessoa. O consumo de tecnologia permanece alto, mas a relação com o dispositivo mudou. Em vez de comprar menos, o brasileiro busca formas mais inteligentes de acessar aquilo que já faz parte da sua rotina. 

"Nosso papel é tirar da empresa o peso de gerenciar um ativo que envelhece rápido, custa caro e consome tempo operacional. Quando a tecnologia deixa de ser um problema e passa a funcionar como serviço, o negócio ganha agilidade, eficiência e clareza financeira", afirma Peart.

Ao estruturar produtos, tecnologia e estratégia comercial voltados ao mercado corporativo, a startup posiciona o B2B como uma das frentes de atuação da empresa. "A ambição é ocupar um espaço ainda pouco explorado no Brasil, no qual a mobilidade corporativa costuma ser tratada como custo invisível, e não como alavanca de produtividade. Ao reposicionar o smartphone dentro das empresas, a Leapfone aponta para um futuro em que conectividade, controle e eficiência caminham juntos, transformando a relação entre pessoas, tecnologia e negócio", finaliza a diretora.