BrasilDestaques

O que se sabe sobre morte de menina de 13 anos encontrada nua

Os investigadores aguardam o laudo da perícia que determinará se a adolescente foi vítima de abuso sexual

Brasil – A Polícia Civil continua as buscas para identificar o assassino da menina Karen Cristina Godoi de Oliveira, de 13 anos, encontrada nua e com ferimentos em Ibiúna, no interior de São Paulo, no último sábado (13).

O caso está sendo investigado como homicídio pela delegacia local. Na manhã desta segunda-feira (15), a equipe policial, liderada pelo delegado Rafael Medeiros, informou que nenhum suspeito foi identificado até o momento. Os investigadores aguardam o laudo da perícia que determinará se a adolescente foi vítima de abuso sexual.

O corpo de Karen foi encontrado de bruços e sem roupas na Rodovia Teruo Konishi, em uma área de mata ao lado de uma estrada de terra, na divisa entre os bairros Piai e Feital. Ela estava desaparecida há dois dias, quando saiu de casa por volta das 18h para visitar os avós que moram nas proximidades.

De acordo com a polícia, havia hematomas nos braços e pescoço da menina, sugerindo que ela pode ter sido estrangulada. Uma peça de roupa encontrada perto do corpo na mata foi apreendida pelos policiais para determinar se pertencia a Karen.

Devido ao estado do corpo e à localização, acredita-se que a adolescente foi jogada no local no próprio sábado. No entanto, ainda não é possível afirmar se ela foi morta ali ou apenas deixada no local.

O crime causou grande comoção na cidade. O prefeito Paulinho Sasaki (PTB) publicou uma nota sobre o caso. “A tristeza e revolta que todos estamos sentindo neste momento é imensurável, estávamos esperançosos e torcendo que estivesse tudo bem”, diz o texto.

“As autoridades já estão trabalhando para que este caso seja investigado imediatamente. Que neste momento de dor, toda a família e amigos possam se sentir abraçados e consolados. Estamos em luto”, afirmou o prefeito.

Leia mais

Menina de 13 anos estuprada tem aborto negado; entenda o caso

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) exigem explicações sobre uma decisão que teria negado o direito ao aborto a uma menina de 13 anos, vítima de estupro, em Goiás. A juíza autorizou a interrupção da gravidez apenas se os médicos utilizassem métodos que preservassem a vida do feto.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *